google.com, pub-6509141204411517, DIRECT, f08c47fec0942fa0

Revista Nova Imagem - Portal de Notícias

Nos acompanhe pelas redes sociais

OSBA Encanta Público com Segunda Edição do ‘Osbrega’ no TCA

Foto: Clara Pessoa | AG. A TARDE
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on email

A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) realizou, na última sexta-feira (10), a segunda edição do “Osbrega – Concerto do Amor” na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador. O espetáculo, que celebra a música romântica brasileira, conta com um repertório diversificado, incluindo clássicos de Reginaldo Rossi, Marília Mendonça e Pablo.

Sob a regência do maestro Carlos Prazeres, a OSBA apresentou canções como “Garçom”, “Infiel” e “Homem Não Chora”, proporcionando ao público uma experiência única que mistura a sofisticação da música sinfônica com a popularidade do brega. O concerto contou com a participação especial dos cantores Almério e Mãeana, além dos músicos da OSBA Mário Soares e Djalma do Nascimento, e da soprano Maria Carla Pino Cury.

A concepção de “Osbrega” surgiu após o maestro Carlos Prazeres assistir ao documentário “Vou Rifar Meu Coração” (2012), de Ana Rieper, que explora o universo da música romântica no Brasil. Prazeres destaca a importância de homenagear compositores em diversas camadas da sociedade, reforçando a missão da orquestra de se conectar com o público de maneira inclusiva.

O sucesso da apresentação foi tanto que, mesmo sob chuva, a Concha Acústica do TCA ficou lotada, levando a OSBA a abrir uma sessão extra no sábado (11). O público, formado por diversas faixas etárias, demonstra entusiasmo e emoção ao acompanhar as releituras sinfônicas de canções emblemáticas do brega nacional.

O “Osbrega” encerrou a programação do “Verão da OSBA”, que incluiu o concerto “Quintanares”, em homenagem ao poeta Mário Quintana, e apresentações das cameratas da orquestra na Sala do Coro do TCA. A iniciativa reforça o compromisso da OSBA em diversificar seu repertório e aproximar-se cada vez mais do público baiano, celebrando a riqueza da música popular brasileira através de uma perspectiva sinfônica.