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iFood Impulsiona a Inclusão Feminina na Tecnologia com 50 Novas Vagas para Engenheiras de Software

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A segunda edição do programa “Elas são <Tech/>” da gigante do delivery reforça o compromisso com a diversidade em um setor ainda dominado por homens, buscando transformar o cenário da inovação no Brasil.

Em um movimento estratégico para impulsionar a diversidade de gênero no setor de tecnologia, o iFood, uma das maiores empresas de tecnologia do país, anuncia a abertura de 50 novas vagas para mulheres engenheiras de software, por meio da segunda edição do programa “Elas são <Tech/>”. Com foco em posições de nível júnior, as oportunidades são para trabalho remoto em tempo integral, abrangendo candidatas de todo o Brasil e reforçando o compromisso da empresa em construir um ambiente tecnológico mais inclusivo e representativo.

As inscrições para o “Elas são <Tech/>” estão abertas até 30 de junho, no site oficial do iFood. As candidatas interessadas devem possuir experiência de um a três anos na área de desenvolvimento de software, além de demonstrar paixão por criar soluções inovadoras e o desejo de integrar uma empresa que é referência em tecnologia. O processo seletivo, totalmente online, inclui testes técnicos e etapas de entrevistas, com previsão de admissão das aprovadas para o mês de agosto. Para enriquecer a experiência, um evento presencial opcional de imersão e networking, o “Conexão”, será realizado em 27 de junho, no escritório do iFood em Osasco, SP, oferecendo um espaço valioso para trocas de conhecimento e contato direto com executivas e o ecossistema da empresa.

Um Cenário Desafiador e o Compromisso com a Diversidade

A iniciativa do iFood surge em um contexto em que a participação feminina na tecnologia ainda é um desafio significativo no Brasil. Embora a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) aponte que as mulheres ocupam 39% dos empregos no setor de TIC, com um crescimento de 7,7% ao ano desde 2020, outros levantamentos indicam uma realidade mais árdua. Pesquisas recentes revelam que apenas 20% das contratações em tecnologia no Brasil são de mulheres, e em posições estratégicas como full-stack, infraestrutura e back-end, a disparidade é ainda maior, chegando a uma proporção de dez homens para cada mulher. Além disso, a presença feminina em cursos de TI e computação é minoritária e tem decrescido nas últimas décadas, e globalmente, apenas 22% dos profissionais em inteligência artificial são mulheres, segundo o Fórum Econômico Mundial.

Os desafios enfrentados pelas mulheres no setor de tecnologia são multifacetados. Estereótipos enraizados muitas vezes subestimam suas habilidades técnicas, gerando preconceito e dificultando o reconhecimento profissional. A desigualdade salarial também é uma realidade, com mulheres recebendo, em média, 22% menos que homens em cargos similares, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Há ainda a pressão de responsabilidades domésticas e familiares, e a autodemanda que as leva a se candidatar a menos vagas, sentindo que precisam preencher 100% dos requisitos, enquanto homens se candidatam com cerca de 60%.

Diante desse cenário, o iFood tem se posicionado como um agente de mudança. A empresa não apenas busca preencher seu quadro de funcionários com talentos femininos, mas também tem metas ambiciosas de diversidade e inclusão, como o objetivo de ter 50% de mulheres em cargos de liderança. Além do “Elas são <Tech/>”, o iFood mantém diversos programas de inclusão, como o “Potência Tech”, que oferece dezenas de milhares de bolsas de estudo 100% gratuitas em tecnologia, priorizando grupos sub-representados, incluindo mulheres. Outras iniciativas como “Vamo AI” (formação de analistas de dados para mulheres, entregadores e pessoas negras) e “Reprograma” (capacitação em tecnologia para mulheres cis e trans) demonstram o compromisso holístico da empresa. O iFood também é cofundador do “Movimento Tech”, uma coalizão de empresas que investe na educação em tecnologia para um mercado mais inclusivo e sustentável, e promove grupos de afinidade internos para fortalecer o empoderamento feminino.

A aposta do iFood na contratação de mulheres para áreas de tecnologia não é apenas uma questão de equidade, mas uma estratégia de inovação. A diversidade de pensamento e de experiências é fundamental para o desenvolvimento de soluções mais criativas, inclusivas e que atendam a uma gama mais ampla de consumidores. Ao investir em talentos femininos, o iFood não apenas contribui para a redução do gender gap na tecnologia, mas também fortalece seu próprio ecossistema com uma força de trabalho mais plural e rica.