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Claudia Leitte faz sucesso em apresentação no Festival Virada Salvador

Fotos: Elias Dantas/Alô Alô Bahia e Nara/Divulgação.
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Cantora contou que vai lançar o audiovisual “O Carnaval da Minha Vida” e que vai levar um parque de diversões para o Carnaval de Salvador

A cantora Claudia Leitte deu detalhes do projeto que vai lançar em 2024, durante apresentação no Festival Virada Salvador, neste sábado (30). Ela contou que vai lançar o audiovisual “O Carnaval da Minha Vida” e que vai levar um parque de diversões para o Carnaval de Salvador.

A artista revelou que está ainda mais animada para a estação mais quente do ano. Isso porque ela enfrentou problemas no Carnaval deste ano.

“Foi um Carnaval difícil para mim porque eram muitas sensações, muitas emoções (…) Eu não sabia lidar com aquela sensação que eu tava sentindo. E eu acho que os meus fãs também não estavam conseguindo. Eu precisei realmente de muito equilíbrio. Eu não vivi intensamente esse Carnaval, muito embora tenha sido um Carnaval lindo (…) Tive que ter um autocontrole muito grande porque era psicológico, mas era físico também. Era: ‘eu preciso me equilibrar para fazer a minha música acontecer porque senão eu vou me emocionar o tempo inteiro aqui, e não vou fazer o que eu vim fazer, né?’. Então foi diferente de todos os Carnavais da minha vida. Por isso que eu tô dizendo que a partir de agora eu vou viver o Carnaval da minha vida”, revelou Claudia.

Além de dar detalhes sobre o tema do seu Carnaval e dos próximos lançamentos, Claudinha desabafou sobre o diagnóstico de TDAH, sigla para “Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade”, após os 40 anos de idade.

“É um fluxo de pensamentos que eu não consigo bloquear. Eu tenho uma alteração no córtex pré-frontal. Todo mundo consegue fazer um raciocínio às vezes muito óbvio e lógico e ir direto ao ponto. O TDAH não me deixa filtrar esses pensamentos. Eu consigo desmembrar uma pergunta em mil numa fração de segundos. É muito doido! Por outro lado, eu não tinha essa consciência. Eu não sabia que isso era uma condição. Acho que eu passei a minha vida inteira me vendo, mas eu não entendia o que estava acontecendo”, disse.

A cantora classificou esse processo todo de descoberta do transtorno como libertador. “Em princípio, é assustador receber o diagnóstico, porque é um transtorno, uma condição séria. A gente precisa olhar com ternura para o outro”, pontuou.

Ela lembra que não tinha esse olhar carinhoso consigo mesma. “Eu falava: eu não entendo, eu pareço que sou uma pessoa que não tem discernimento, inteligência (…) A partir do momento em que eu tive o diagnóstico, eu comecei a ter um pouco mais de paciência comigo mesma. Eu comecei a gostar mais de mim, a ser mais mais eu. A deixar minha personalidade fluir mais e não me condenar, não ter receio do que eu vou dizer. É bonito ser assim, tem um lugar para o TDAH”, afirmou.

Hoje, além do acompanhamento com a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa, Claudinha faz terapia e sessões de neuromodulação.

“Eu consegui, inclusive, chegar até aqui hoje, independente das condenações, das culpas e do autoflagelo, porque a gente se martiriza. A gente quer se encaixar, quer estar no tempo dos coleguinhas da escola, da galera do trabalho e é outro timing, é outra noção de tempo. Eu consegui superar isso, eu consegui chegar até aqui. Eu sou uma eu sou uma nova mulher”.

Fotos: Elias Dantas/Alô Alô Bahia e Nara/Divulgação. 

Fonte: Alô Alô Bahia

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