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Conheça as Melhores Cidades para se Viver em 2026

Getty Images
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Em novo ranking mundial, capital da Escandinávia desbanca antiga favorita; estabilidade, infraestrutura e educação de excelência foram os grandes diferenciais

O mundo tem mudado em uma velocidade impressionante, e essas transformações se refletem diretamente na forma como vivemos e nas cidades que escolhemos para morar. A mais recente edição do prestigiado ranking de qualidade de vida, elaborado pela Economist Intelligence Unit (EIU), revelou as melhores cidades para se viver no ano de 2026, trazendo uma grande reviravolta no topo da lista.

A capital dinamarquesa, Copenhague, conquistou o primeiro lugar mundial, superando Viena, na Áustria, que vinha liderando o levantamento nos últimos três anos consecutivos. A joia da Escandinávia garantiu a liderança absoluta após receber pontuações consideradas perfeitas em três pilares fundamentais para o bem-estar urbano: estabilidade, infraestrutura e educação. Além de sua excelente estrutura pública, a cidade se destaca globalmente por unir sofisticação à modernidade, sendo amplamente reconhecida como o grande polo da culinária nórdica moderna.

Atrás de Copenhague e Viena, a cidade de Melbourne, na Austrália, assegurou a terceira posição em um top 10 dominado por destinos na Europa, Austrália e Japão.

O levantamento de 2026 também apontou recuperações importantes no cenário global. O Reino Unido, que havia registrado quedas acentuadas no ano anterior devido a um período de agitação social e tumultos, mostrou sinais claros de estabilização. No cenário britânico, a cidade de Manchester despontou como a melhor classificada do país, ocupando a 52ª posição global e superando a capital, Londres (que ficou em 54º lugar), e Edimburgo (64º).

Por outro lado, o relatório também evidenciou os contrastes da realidade urbana global. Na ponta de baixo da lista, cidades do Oriente Médio sofreram quedas expressivas: Mascate recuou 14 posições, figurando em 123º lugar, enquanto a Cidade do Kuwait caiu para a 105ª posição. No extremo oposto do bem-estar, Damasco, na Síria, continua classificada como a cidade menos habitável do mundo, seguida de perto por Teerã, no Irã (164º), e Kiev, na Ucrânia (166º). O Brasil aparece bem mais abaixo na listagem geral, tendo o Rio de Janeiro como o destino nacional mais bem posicionado, na 108ª colocação, seguido por São Paulo e Manaus.