Estudo internacional destaca qualidade de vida em cidades europeias e asiáticas; ausência de cidades brasileiras levanta reflexões sobre políticas urbanas
Em 2025, o Institute for Quality of Life divulgou o Happy City Index, um ranking que avalia a felicidade urbana em 200 cidades ao redor do mundo. A capital da Dinamarca, Copenhague, conquistou o primeiro lugar, seguida por Zurique (Suíça) e Singapura. O Brasil, no entanto, não teve nenhuma cidade entre as 31 primeiras colocadas, conhecidas como “Cidades Ouro”.
Critérios de Avaliação
O índice considera 82 indicadores distribuídos em seis categorias: cidadania, governança, meio ambiente, economia, saúde e mobilidade. Copenhague se destacou por sua governança transparente, infraestrutura eficiente e políticas ambientais sólidas. Zurique foi reconhecida pela qualidade da saúde pública e estabilidade econômica, enquanto Singapura recebeu elogios por sua eficiência administrativa e segurança.
Destaques Regionais
Além das líderes, outras cidades europeias como Aarhus (Dinamarca), Antuérpia (Bélgica), Estocolmo (Suécia) e Roterdã (Holanda) figuraram entre as dez primeiras. Na Ásia, Seul (Coreia do Sul) e Taipei (Taiwan) também se destacaram. Nos Estados Unidos, Nova York alcançou a 17ª posição, sendo a cidade americana mais bem colocada.
Ausência do Brasil
A ausência de cidades brasileiras no topo do ranking levanta questões sobre os desafios enfrentados pelo país em áreas como saúde pública, mobilidade urbana e governança. Especialistas apontam que investimentos em políticas públicas eficazes e infraestrutura são fundamentais para melhorar a qualidade de vida nas cidades brasileiras.
Reflexões sobre Felicidade Urbana
O estudo ressalta que não existe uma fórmula única para a felicidade urbana. Fatores como espaços verdes, segurança, acesso à saúde e participação cidadã são essenciais para promover o bem-estar dos moradores. Cidades que adotam práticas sustentáveis e inclusivas tendem a oferecer uma melhor qualidade de vida.
Conclusão
O Happy City Index 2025 destaca a importância de políticas públicas eficazes e infraestrutura de qualidade para promover a felicidade urbana. A ausência de cidades brasileiras entre as líderes do ranking indica a necessidade de reflexões e ações concretas para melhorar a qualidade de vida nas áreas urbanas do país.