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Defesa de Murilo Huff revela o motivo da Disputa judicial pela guarda do filho foram “situações graves”

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Advogados do cantor destacam episódios considerados alarmantes na convivência com família materna; avó se manifesta com dor e recorrerá

O cantor e compositor sertanejo Murilo Huff, pai de Léo, de 5 anos, filho da cantora Marília Mendonça, entrou com pedido judicial de guarda unilateral provisória da criança, alegando ter sido enfrentado em casa com “situações graves” que colocaram em risco o bem-estar do filho. A ação corre sob sigilo, mas a defesa de Huff divulgou nota oficial para esclarecer os motivos .

O que motivou o pedido

  • Relatos de episódios preocupantes: a nota citou “diversas situações graves” ocorridas na casa da avó materna, Ruth Moreira, que teriam motivado o movimento judicial.
  • Tentativas de acordo prévio: segundo o cantor, tentativas de resolução amigável foram feitas, mas não obtiveram resposta da família de Marília.
  • Provas sob sigilo: diz o texto que a medida foi baseada em “fatos e provas contundentes”, que não puderam ser divulgados por se encontrarem nos autos.

Murilo argumenta manter convivência diária com Léo: “todos os dias Léo vai para casa de seu pai, exceto aos finais de semana”, ressaltando o apoio constante de sua família — avós, tios e primos — na rotina do garoto.

Ruth Moreira, impactada com a decisão judicial, descreve sofrimento profundo: visita ao neto está limitada a uma vez a cada 15 dias, e a família pretende recorrer “com urgência”. “Quando penso no coraçãozinho dele, eu choro”, declarou.

De acordo com o Código Civil (art. 1.583), a guarda unilateral confere ao responsável legal a tomada de decisões em nome da criança, enquanto o outro fica com direito restrito à convivência. Essa medida é temporária, podendo ser revista conforme evolução do processo.

Em entrevista ao Terra, especialista em direito de família alertou que essa guarda pode ser revogada se surgirem novas evidências que indiquem risco ao menor ou descumprimento das regras impostas ao pai.

  • Defesa da avó: apresentará recurso solicitando a interrupção da guarda unilateral e restabelecimento compartilhado.
  • Decisões judiciais: juiz definirá, com base em análises técnicas (como estudos psicossociais), o que melhor serve ao interesse do menor.
  • Possível guarda definitiva: caso os argumentos de Murilo sejam considerados consistentes, pode haver expansão do regime de guarda.