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É sancionada no Rio Lei Vini Jr. de combate ao racismo nos estádios

Foto: Governo do Estado/RJ/Divulgação
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Foi sancionada no Rio de Janeiro a Lei 10.053/2023, que estabelece a Política Estadual Vini Jr. de Combate ao Racismo nos Estádios e Arenas Esportivas. Em uma cerimônia realizada no Maracanã, o texto da lei foi assinado e será publicado em edição extraordinária do Diário Oficial. Essa iniciativa fundamental surgiu como resposta ao lamentável episódio de racismo sofrido pelo jogador do Real Madrid durante uma partida do Campeonato Espanhol, em maio.

Proposta pelo deputado Professor Josimar (PSOL), a nova lei traz medidas importantes para combater o racismo no ambiente esportivo. Entre elas, destacam-se a interrupção de partidas em caso de denúncia ou manifestação racista e promoção de campanhas educativas nos estádios. Acreditamos que essas ações serão essenciais para conscientizar e promover a igualdade nos eventos esportivos.

Durante o evento de sanção da lei, o próprio Vini Jr. esteve presente e recebeu merecidas homenagens. Ele foi agraciado com a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), a Medalha Pedro Ernesto e o título de Cidadão Carioca, concedidos pela Câmara Municipal do Rio. Além disso, o talentoso atleta deixou sua marca na Calçada da Fama do Maracanã, gravando seus pés para a posteridade.

Emocionado com as homenagens, Vini Jr. declarou: “Hoje é um dia muito especial, e espero que minha família esteja presente de mim. Sou jovem e não esperava estar aqui, no Maracanã, recebendo essas honrarias em um lugar tão especial para mim. Às vezes, eu pergunto se mereço tudo isso.” Um humilde reconhecimento para um grande atleta!

Além da Lei Vini Jr., também foi sancionada hoje a Lei nº 10.052/23, que inclui no calendário oficial do Rio de Janeiro o Dia da Resposta Histórica contra o Racismo no Futebol, comemorado em 7 de abril. Esses dados resistiram ao episódio de 1924, quando o Vasco se competiu a catar o pedido da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA) de excluir jogadores negros e operários do elenco. É uma lembrança importante do poder do esporte na luta contra a identificação racial.

Foto: Governo do Estado/ RJ/ Divulgação

Fonte: Agência Brasil

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