Ex-BBB tomou medidas judiciais após receber ofensas contra sua filha, Lua, e afirma que obteve retorno financeiro com as ações
O influenciador e ex-BBB Eliezer Netto revelou recentemente que abriu mais de 200 processos judiciais contra pessoas que atacaram sua filha, Lua , nas redes sociais. O empresário, casado com a influenciada e ex-BBB Viih Tube , destacou que, além de buscar justiça para proteger a criança, conseguiu um retorno financeiro significativo por meio das indenizações ganhas nos processos.
“Fiz uma grana com isso”, declarou Eliezer, ao falar sobre as ações movidas contra os agressores virtuais. A declaração gerou repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os limites da liberdade de expressão e os ataques às crianças na internet .
Ataques e medidas legais
Desde o nascimento de Lua, em abril de 2023, Eliezer e Viih Tube enfrentam uma série de ataques direcionados à filha. Comentários ofensivos sobre a aparência da criança foram frequentes, fazendo com que o casal adote uma postura mais rígida contra os haters.
Diante das ofensas, Eliezer reuniu provas e acionou advogados para processar os responsáveis pelas mensagens. O explicador explicou que a maioria dos processos obtidos em indenizações por danos morais , e que esse dinheiro tem sido utilizado para o futuro da filha. “Tudo o que eu ganhei nos processos, coloco em uma conta para a Lua”, afirmou.
A iniciativa de Eliezer mostra uma nova postura de figuras públicas diante dos ataques virtuais. Em vez de apenas lamentar a situação ou se afastar das redes, ele decidiu tomar uma atitude legal, demonstrando que a impunidade pode não ser mais uma realidade para aqueles que praticam crimes de ódio online.
A polêmica sobre a monetização dos ataques
A fala do influenciador sobre ter “feito uma grana” com os processos dividiu opiniões. Enquanto muitos apoiam a atitude de Eliezer em defender a filha e processam os haters , outros questionam se há um exagero na ação judicial em massa.
No entanto, especialistas em direito digital apontam que a conduta de Eliezer está dentro da lei e que os ataques dirigidos a crianças podem ser classificados como crime de injúria e difamação , com penas que incluem multa e até prisão .
Além disso, o influenciador destacou que, diferentemente dos adultos, as crianças não têm como se defender de ataques nas redes sociais , tornando o impacto dessas agressões ainda mais grave. Por isso, ele reforça a importância de pais e responsáveis tomarem medidas legais sempre que necessário.
O impacto dos ataques na família
Viih Tube também já se pronunciou diversas vezes sobre os ataques à filha, demonstrando indignação com a maldade presente na internet. A influenciadora, que tem milhões de seguidores, já fez apelos para que as pessoas tenham mais empatia e responsabilidade ao comentar sobre crianças nas redes.
O caso de Eliezer e Lua não é o primeiro a levantar a discussão sobre a necessidade de regulamentação e divergência para ataques virtuais , especialmente contra menores de idade. Outros influenciadores e celebridades também já passaram por situações semelhantes e precisaram acionar a Justiça para tentar coibir esse tipo de comportamento.
Justiça e redes sociais: um novo cenário
O crescimento das redes sociais trouxe maior visibilidade para figuras públicas, mas também facilitou ataques e discursos de ódio . Com isso, a Justiça brasileira tem se adaptado para lidar com crimes virtuais, e o caso de Eliezer reforça que as ações legais estão se tornando um caminho viável para combater esse tipo de agressão.
Diante da repercussão, o influenciador afirmou que continuará processando qualquer pessoa que ataque sua filha e que espera que a ajuda sirva como um exemplo para que as redes sociais se tornem um ambiente mais saudável.