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Kim Kardashian questiona ida do homem à Lua e NASA responde oficialmente: “Fomos seis vezes”

Reprodução/Redes Sociais
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Em episódio recente de seu reality show, Kim Kardashian afirmou que acredita que a missão Apollo 11 e as demais pousos lunares foram fictícios — a NASA rebateu rapidamente, reafirmando o feito histórico e anunciando que está de olho na próxima fase da exploração lunar.

Recentemente, durante um episódio do reality show de Kim Kardashian, a empresária e celebridade declarou que acredita que o pouso do homem na Lua não aconteceu, suscitando controvérsia e levando a agência espacial americana NASA a responder oficialmente.

A declaração de Kim Kardashian

No episódio em questão, Kim Kardashian conversava com a atriz Sarah Paulson e falou sobre teorias da conspiração, dizendo que teria visto vídeos em que o astronauta Buzz Aldrin, que participou da missão Apollo 11, estaria dizendo que o pouso lunar “não aconteceu”. Ela questionou trechos como a bandeira tremulando no solo lunar, a ausência de estrelas em fotos da Lua e outros pontos que já circulam entre teorias conspiratórias.
Ela chegou a afirmar de forma direta:

“Eu não acho que nós fomos. Eu acho que foi falso.”

Kim também admitiu que gosta de explorar teorias de conspiração e convidou Sarah Paulson a investigar o tema com ela.

A resposta da NASA

Poucas horas depois da exibição do episódio, a NASA, por meio de seu administrador interino Sean Duffy, se manifestou em redes sociais dizendo:

“Sim, @KimKardashian, nós fomos à Lua antes… seis vezes!”
Ele ainda ressaltou que o programa Artemis II, da NASA, está planejado para voltar à Lua em 2026, como parte de uma nova era de exploração lunar.

Além disso, a agência lembrou que a ideia de que os pousos lunares foram forjados já foi exaustivamente refutada por estudos científicos — por exemplo, o instituto britânico Institute of Physics afirma que todos os argumentos contra os pousos foram desacreditados.

Contexto histórico e científico

Para entender melhor: entre 1969 e 1972, os Estados Unidos realizaram seis pousos tripulados na Lua por meio do programa Apollo (Apollo 11, 12, 14, 15, 16 e 17). Isso envolve o astronauta Neil Armstrong, Buzz Aldrin e outros que caminharam no solo lunar e trouxeram amostras de rochas que foram verificadas de forma independente.
Apesar disso, teorias conspiratórias persistem — por exemplo, a bandeira “tremulando” seria explicada por atrito e deslocamento na instalação; a ausência de estrelas nas fotos se dá por configurações de exposição da câmera; e os locais e filmagens foram amplamente documentados.

Por que a repercussão agora?

O fato de Kim Kardashian, figura pública muito visível com milhões de seguidores, levantar a hipótese coloca o tema de volta em debate na mídia e redes sociais — e obriga órgãos como a NASA a se posicionarem com mais clareza. Além disso, com o renascimento dos planos de voo lunar (como o Artemis), a agência espacial busca reafirmar sua credibilidade e legado histórico.
Para o público brasileiro e global, isso serve como lembrete de como desinformação ou dúvidas podem se espalhar com figuras influentes e como instituições científicas precisam comunicar de forma mais acessível.

Implicações e o que acompanhar

  • A presença de teorias da conspiração sobre eventos históricos mostra a importância de alfabetização científica e crítica no público.
  • A NASA pretende enviar humanos de volta à Lua (Artemis II) e possivelmente estabelecer uma presença permanente ou de longa duração, o que aumenta o foco sobre credibilidade e transparência.
  • A repercussão também pode trazer debates sobre como celebridades lidam com informação e responsabilidade pública — quando afirmam para milhões que algo histórico “não aconteceu”, há impacto.
  • Para o Brasil, há a oportunidade de reforçar a ciência nas escolas e na mídia, explicando fatos como os pousos lunares, rochas trazidas da Lua e as tecnologias envolvidas no espaço.