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Maersk retoma operações no Mar Vermelho após operação de segurança liderada pelos EUA

Foto: REUTERS/Jon Nazca
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Empresa dinamarquesa suspendeu atividades no início do mês após ataques de rebeldes Houthi

A gigante naval Maersk anunciou no domingo (24) que retomará as operações no Mar Vermelho e no Golfo de Aden, após o estabelecimento de uma nova operação de segurança liderada pelos Estados Unidos na área.

A empresa dinamarquesa suspendeu as atividades no início deste mês após ataques de rebeldes Houthi apoiados pelo Irã a navios comerciais.

A Operação Prosperity Guardian, que inclui o Reino Unido, Bahrein, Canadá, França, Itália, Países Baixos, Noruega, Seicheles e Espanha, visa aumentar a segurança no Mar Vermelho e no Golfo de Aden.

A Maersk disse que está preparando os primeiros navios para retomar o trânsito através do Mar Vermelho “assim que for operacionalmente possível”.

A empresa ressaltou que garantir a segurança de seus funcionários é de extrema importância e sua prioridade número um para lidar com a situação desafiadora.

A Maersk também pontuou que, embora a segurança seja reforçada, “o risco global na área não está eliminado nesta fase”.

A empresa disse que não hesitará em reavaliar a situação e mais uma vez iniciar planos de desvio se considerar necessário para a segurança dos seus marítimos.

A retomada das operações da Maersk no Mar Vermelho é uma notícia bem-vinda para a indústria marítima e para o comércio global. A empresa é uma das maiores operadoras de navios do mundo e sua decisão de retomar as atividades na região indica que a segurança no Mar Vermelho está melhorando.

No entanto, é importante ressaltar que o risco de ataques ainda existe. A Maersk disse que está monitorando a situação de perto e está preparada para reavaliar a situação se necessário.

A operação de segurança liderada pelos EUA é um passo importante para aumentar a segurança no Mar Vermelho. A operação inclui navios de guerra e aeronaves de combate dos Estados Unidos e de seus aliados.

A operação deve ajudar a dissuadir ataques de grupos como os Houthis, que têm atacado navios comerciais na região nos últimos meses.

Foto: Shutterstock

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