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Mansão do Caminho completa 73 anos e é celebrada no Senado: legado touch de fé e solidariedade

Crédito: Reprodução
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Com sede em Salvador, a obra social fundada por Divaldo Franco e Nilson Pereira segue transformando vidas — e ganha homenagem oficial em Brasília e festa com alunos.

A Mansão do Caminho, instituição assistencial criada em 15 de agosto de 1952 por Divaldo Franco e Nilson de Souza Pereira, celebra seus 73 anos com muita emoção e reconhecimento. Em Salvador, no bairro Pau da Lima, a data será marcada por um dia festivo repleto de atividades para crianças, jovens, colaboradores e voluntários. Enquanto isso, em Brasília, o Senado Federal homenageará a trajetória do médium e educador — que deixou um legado inspirador — com uma solenidade especial.

Na programação em Salvador, os alunos do Centro Educacional da Mansão desfilarão pelo local logo às 9h, celebrando em comunidade. Duas apresentações artísticas, às 11h e 16h, prometem encantar pais, colaboradores e visitantes com talento e afetividade. Já em Brasília, às 14h, parlamentares, líderes da comunidade espírita e admiradores se reunirão no Plenário do Senado para prestar homenagem a Divaldo Franco, em cerimônia proposta pelo senador Eduardo Girão.

O atual presidente da Mansão, Mário Sérgio Almeida, voluntário há mais de 35 anos, reforça que os 73 anos representam muito mais do que um aniversário: “É celebrar o trabalho que salva e ilumina vidas, com cerca de 5 mil atendimentos diários, espalhando esperança e oportunidades”.

Hoje, a Mansão do Caminho mantém uma assistência robusta: mais de 5 mil atendimentos diários, incluindo educação integral para cerca de 1,6 mil alunos, desde a creche até o ensino médio, além de atendimento médico gratuito em cerca de 30 especialidades, com consultas, exames, tratamentos e fornecimento de remédios, tudo sem custo e sem exigência de filiação religiosa.

A entidade vive graças a doações e parcerias: contribuições pela Nota Premiada Bahia, Lei Rouanet, destinação de Imposto de Renda, compra de livros ou souvenirs e envolvimento de cerca de 300 voluntários ativos — gente movida por compaixão e serviço ao próximo.

A história da Mansão também foi registrada em Wikipédia, lembrando seu pioneirismo no assistencialismo e no parto humanizado nos anos 1950, e sua evolução até uma estrutura ampla com vários serviços sociais. Ali, a trajetória de Divaldo Franco é celebrada: um médium, escritor e orador espírita, fundador da Mansão e conhecido como “Paulo de Tarso do Espiritismo”, que faleceu em maio de 2025, aos 98 anos. Um legado de amor, educação e filantropia que segue vivo.