Longa-metragem sobre o Rei do Pop quebra recordes históricos e consolida o fascínio mundial pela trajetória e pelo legado musical de Michael Jackson
O universo do cinema tem um novo líder histórico no gênero de cinebiografias. O filme “Michael”, que retrata a vida, os traumas e o sucesso estrondoso de Michael Jackson, superou oficialmente a bilheteria mundial de “Oppenheimer” (2023), longa dirigido por Christopher Nolan que detinha o recorde anterior. Com o feito, a produção sobre o Rei do Pop assume o topo do ranking, tornando-se a cinebiografia mais lucrativa da história da sétima arte.
A impressionante arrecadação nas bilheterias globais reflete o forte apelo popular e o legado deixado pelo artista. Dirigido por Antoine Fuqua e protagonizado por Jaafar Jackson — sobrinho do próprio cantor na vida real —, o filme gerou enorme expectativa desde o início de sua produção, atraindo tanto fãs devotos quanto o público geral interessado em conhecer os bastidores da complexa trajetória do astro da música.
O recorde anterior de “Oppenheimer”, que contava a história da criação da bomba atômica por J. Robert Oppenheimer, havia alcançado a expressiva marca de quase 975 milhões de dólares globalmente. O sucesso de “Michael”, contudo, mostra a força avassaladora do mercado musical adaptado para as telas do cinema, ultrapassando essa linha de arrecadação e se consolidando como um fenômeno de público internacional.
Especialistas do setor apontam que a performance histórica do longa abre caminhos importantes para novas produções do gênero em Hollywood. O filme detalha desde a infância rígida do artista sob os palcos do Jackson 5 até suas maiores conquistas individuais e as intensas polêmicas que cercaram sua vida privada, provando que o interesse pela figura de Michael Jackson continua extremamente vivo no imaginário cultural global.