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Oferendas a Iemanjá pedem cuidado ambiental: confira orientações para a festa no mar

Imagem: Joá Souza/Estadão Conteúdo
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Em meio às celebrações, devotos são incentivados a adotar práticas sustentáveis. Saiba o que evitar no depósito de oferendas.

A tradição centenária de homenagear Iemanjá, marcada para a sexta-feira, 2 de fevereiro, pede um olhar atento para o meio ambiente. Na busca por uma festa mais consciente, os devotos são aconselhados a escolher presentes feitos com materiais menos poluentes, evitando resíduos que impactam negativamente os oceanos e sua fauna.

A presidente da Redemar, William Freitas, destaca a importância de depositar energia e fé, mas também ressalta o cuidado com a natureza. O despejo de materiais industrializados nas águas, uma prática comum nessa celebração, pode ter consequências desconhecidas para a saúde humana, já que os resíduos podem retornar à mesa através da ingestão por peixes e animais marinhos.

O que evitar ao ofertar presentes no mar:

  • Perfume de Alfazema: Este composto químico pode causar impactos negativos; recomenda-se evitar seu despejo no mar.
  • Frascos de Vidro: Vidro leva tempo indeterminado para se decompor e pode causar danos à fauna marinha. Evite jogar frascos de vidro na praia.
  • Barquinhos de Madeira: Tradicionais nas oferendas, não devem ser jogados nas águas.
  • Materiais Plásticos e de Metal: Brincos, pulseiras e embalagens entram na lista de oferendas não bem-vindas.
  • Balaio: Ao usar, opte por balaio de palha natural.

Reforçando a conexão entre espiritualidade e natureza, a atenção redobrada com os resíduos assegura que a marca deixada na praia seja apenas a da fé. A celebração pode ser bela e consciente.

Foto: João Bidu

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