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Tragédia no Mar de Copacabana: Queda de Ultraleve Mobiliza Resgate e Termina com Morte de Piloto

Foto: Reprodução Instagram
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O acidente aconteceu em plena tarde de sol na orla carioca; a aeronave, que fazia propaganda aérea, caiu de bico e afundou rapidamente próximo ao Posto 3.

O que era para ser um sábado típico de sol e praia no Rio de Janeiro se transformou em cenário de uma operação de resgate dramática. No início da tarde deste sábado (27), um ultraleve monomotor, modelo Cessna 170A, caiu no mar de Copacabana, na altura do Posto 3, assustando banhistas e mobilizando dezenas de agentes do Corpo de Bombeiros.

Testemunhas que aproveitavam o dia na areia relataram momentos de pânico. Segundo banhistas, o avião voava em baixa altitude, exibindo uma faixa publicitária — prática comum na orla carioca — quando, de repente, “deu de bico” na água. O impacto foi forte e a aeronave afundou quase instantaneamente, desaparecendo sob as ondas.

Operação de Resgate e Localização do Corpo O Quartel de Copacabana foi acionado por volta das 12h30. A operação contou com mais de 30 agentes, além de motos aquáticas, embarcações infláveis, drones e o apoio de um helicóptero. Após cerca de duas horas de buscas intensas e o uso de sonares para mapear o fundo do mar, os mergulhadores localizaram o corpo do piloto, que estava sozinho na aeronave.

O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para identificação oficial. De acordo com informações preliminares, a vítima decolou do Aeroporto de Jacarepaguá. O subprefeito da Zona Sul chegou a mencionar que este seria, supostamente, o primeiro voo oficial do piloto para a empresa responsável, mas as circunstâncias exatas ainda estão sendo apuradas.

Situação da Aeronave Dados do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da ANAC mostram que o ultraleve, operado pela empresa Visual Propaganda Aérea, estava com sua documentação e aeronavegabilidade em dia. Ou seja, legalmente, o avião estava apto para voar.

Agora, as investigações devem ficar a cargo das autoridades aeronáuticas e da Polícia Civil, que buscarão entender se houve falha mecânica, erro humano ou se as condições climáticas e térmicas influenciaram na perda de sustentação da aeronave. Enquanto isso, o clima na orla de Copacabana permanece de luto e reflexão sobre a segurança desses voos publicitários em áreas tão densamente povoadas.