Detecção em estágio inicial aumenta significativamente as chances de cura e tratamentos menos invasivos
O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e, no Brasil, representa quase 30% dos novos casos da doença a cada ano. O diagnóstico precoce é uma ferramenta vital no tratamento desse tipo de câncer, aumentando as chances de cura e possibilitando intervenções menos agressivas. Quando detectado em estágios iniciais, as possibilidades de tratamentos conservadores, como cirurgias menores, crescem, reduzindo os impactos físicos e emocionais no paciente. Além disso, a sobrevida das pacientes aumenta significativamente quando a doença é identificada precocemente, chegando a 95% em alguns casos.
A mamografia continua sendo o exame de referência na detecção precoce do câncer de mama, especialmente recomendado para mulheres a partir dos 40 anos, ou mais cedo em casos de alto risco. A conscientização sobre o autoexame e a regularidade dos exames de imagem são essenciais para que o diagnóstico seja feito a tempo de evitar complicações maiores.
Especialistas reforçam que, além da mamografia, outros exames complementares, como ultrassom e ressonância magnética, podem ser indicados em situações específicas. No entanto, a base para o sucesso no tratamento segue sendo o acompanhamento médico regular e a busca ativa por exames preventivos.
A evolução no tratamento do câncer de mama, incluindo o desenvolvimento de terapias-alvo e novas técnicas de radioterapia, também contribuiu para que os pacientes tenham mais chances de sucesso e uma recuperação menos invasiva. No entanto, tudo isso depende de um diagnóstico precoce e de um acompanhamento contínuo.