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Corpo de Juliana Marins será repatriado nesta terça-feira após tragédia no vulcão Rinjani

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Família acusa Emirates de atrasos e solicita nova autópsia após autópsia na Indonésia indicar trauma como causa da morte

Na terça-feira, 1º de julho, o corpo da publicitária e mochileira brasileira Juliana Marins, de 26 anos, deixará a Indonésia em um voo da Emirates com destino a Dubai e, posteriormente, seguirá para o Rio de Janeiro, com previsão de chegada às 15h50 de quarta-feira (2) ao Aeroporto do Galeão.

🕰️ Histórico do acidente

Juliana despencou na manhã de 21 de junho enquanto trilha o Monte Rinjani, na ilha de Lombok. Ela ficou presa em uma encosta íngreme por quatro dias, até ser localizada no dia 24 graças a drones térmicos da agência de busca e salvamento indonésia Basarnas.

☁️ Desafios nas buscas

O resgate foi dificultado pela neblina, terreno traiçoeiro e condições meteorológicas adversas. O helicóptero foi descartado e equipes tiveram que realizar todo o trabalho por terra, enfrentando escarpas de até 600 metros de altura.

⚠️ Acusações de negligência

A família de Juliana acusa a equipe de busca indonésia de demora: segundo eles, uma intervenção em até sete horas poderia ter salvado a jovem. Também questionam a qualidade da assistência diplomática, acusando a embaixada brasileira em Jacarta de oferecer suporte insuficiente.

📄 Autópsia e pedidos de esclarecimento

A perícia indonésia determinou que a causa da morte foi hemorragia severa por trauma, ocorrida cerca de 12 a 24 horas antes da localização do corpo.família, no entanto, contesta o laudo, afirma que a autópsia foi divulgada antes mesmo de comunicá-los e pediu nova perícia ao Brasil.

🛫 Trâmites da repatriação

O translado custou cerca de R$ 55 mil, assumidos pela Prefeitura de Niterói. A Emirates informou ter coordenado com autoridades indonésias, mas enfrentou dificuldades operacionais como falta de espaço no bagageiro, o que gerou críticas da família.

📌 Próximos passos

A chegada do corpo ao Brasil marca o início do processo para a nova autópsia solicitada pela Defensoria Pública da União. A partir daí, a família pretende esclarecer todas as dúvidas sobre o acidente e a atuação dos responsáveis pelo resgate e translado.