Sequência reúne elenco original, insere Kenneth Branagh e aborda declínio da imprensa impressa em contexto contemporâneo
A 20th Century Studios marcou nesta segunda‑feira (30 de junho de 2025) o início oficial das filmagens de O Diabo Veste Prada 2, a tão aguardada continuação da sátira fashion de 2006 que encantou o público mundial. O teaser rapidamente divulgado nas redes da produtora — com imagens sugestivas de scarpins vermelhos e narrações de Miranda Priestly — reacendeu o hype dos fãs.
Com estreia planejada para 1º de maio de 2026, data que simboliza o vigésimo aniversário do lançamento original, a sequência promete revisitar a tensão entre passado e presente no jornalismo e na moda.
O time de peso retorna em força total:
- Meryl Streep volta como Miranda Priestly.
- Anne Hathaway retoma o papel de Andy Sachs, agora com currículo ampliado.
- Emily Blunt e Stanley Tucci completam o quarteto principal.
A grande novidade é a entrada de Kenneth Branagh, que assumirá o papel de marido enigmático de Miranda — personagem que promete adicionar camadas dramáticas à trama.
David Frankel representa o comando por trás das câmeras, retomando a direção, enquanto Aline Brosh McKenna é a responsável pelo roteiro, mantendo a coesão estilística e narrativa com o longa original.
Ainda sem sinopse completa divulgada, já circulam elementos basilares da história:
- Declínio da mídia impressa: Miranda enfrenta o colapso das revistas de moda num mercado dominado por mídia digital.
- Conflito com Emily: Emily Blunt dará vida a uma executiva de sucesso em um conglomerado de luxo responsável por grandes investimentos publicitários, gerando tensão direta com Miranda.
- Papel de Andy: Embora ainda não revelado, especula‑se que a personagem de Anne Hathaway mantenha importância estratégica, agora com experiência ampliada e internacional.
A inclusão de Branagh adiciona ainda mais sofisticação, potencializando o contexto dramático ao explorar o lado pessoal de Miranda e sua vida privada.
Herança do sucesso original
O primeiro filme, baseado no romance de Lauren Weisberger, arrecadou impressionantes US$ 326 milhões, com elogios que renderam a Streep uma indicação ao Oscar e admiração por sua crítica afiada ao mundo da moda.
A expectativa é que a sequência mantenha a sofisticação, humor ácido e impacto cultural, trazendo reflexões sobre transformação digital e renovação das narrativas femininas na indústria cinematográfica .