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Brasil cai ao 7º lugar no ranking da FIFA — pior posição desde 2016

Foto: Pedro Kirilos/Estadão / Estadão
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Derrota para o Japão e mudança de cenário global mostram fragilidade da Seleção em momento decisivo

A seleção brasileira masculina vive um momento delicado em sua trajetória recente: caiu para a 7ª colocação no ranking da FIFA, marcando sua pior posição em mais de nove anos. Desde agosto de 2016, o Brasil não ocupava um lugar tão baixo — naquela época estava em nono lugar.

Queda e motivos

A perda da posição ocorreu após os amistosos disputados em outubro: o Brasil venceu a Coreia do Sul por 5 a 0, mas foi derrotado pelo Japão por 3 a 2, resultado que gerou forte impacto na avaliação internacional.

Essa combinação de resultados e o desempenho de outras seleções permitiram que a Holanda ultrapassasse o Brasil no ranking — o que empurrou o time canarinho para o sétimo lugar, com 1.758,85 pontos.

A última vez que o Brasil esteve tão abaixo foi em 10 de agosto de 2016, quando possuía 1.156 pontos e ocupava a nona colocação.

Contexto global do ranking

Em outubro de 2025, a lista da FIFA manteve a Espanha no topo, seguida por Argentina e França.

O top 10 completo ficou assim:

  1. Espanha
  2. Argentina
  3. França
  4. Inglaterra
  5. Portugal
  6. Holanda
  7. Brasil
  8. Bélgica
  9. Itália
  10. Alemanha

Essa reorganização no ranking reflete também as dinâmicas dos jogos internacionais recentes, com seleções europeias e sul-americanas disputando espaços cada vez mais acirrados.

Reflexos para a Seleção Brasileira

A queda no ranking não é só simbólica: ela pode influenciar o sorteio de grupos, o posicionamento em potes em competições e até a percepção de força internacional.

Internamente, também reforça alertas sobre instabilidade em resultados, pressão sobre técnicos e jogadores, e a necessidade de ajustes táticos para recuperar prestígio.

No Brasil, o cenário esportivo tem sido turbulento: após eliminações e oscilações em eliminatórias e amistosos, a convocação e o planejamento para a Copa do Mundo dependem muito do momento vivido agora.

A queda para o 7º lugar mostra que o futebol brasileiro não está garantido no topo — mesmo com tradição, talentos e história. O momento pede autocrítica, renovação e foco.

Para voltar ao primeiro escalão, será preciso resultados consistentes, planejamento estratégico e equilíbrio em confrontos decisivos — domésticos e internacionais. A torcida aguarda reação.