Impulsionada pelo sucesso estrondoso de suas turnês e pelo controle de sua própria discografia, a estrela pop alcança um patrimônio de 2 bilhões de dólares, segundo a revista Forbes.
A cantora norte-americana Taylor Swift, de 36 anos, alcançou um feito inédito e histórico na indústria global do entretenimento. De acordo com os novos dados divulgados pela revista Forbes em sua prestigiada lista Iconoclast 50, a artista atingiu um patrimônio estimado em US$ 2 bilhões (o que equivale a mais de R$ 10 bilhões na cotação atual). Com este resultado, ela assume de forma isolada o posto de musicista feminina mais rica de todos os tempos, superando outras grandes marcas do cenário musical.
O salto financeiro expressivo da cantora e compositora está diretamente atrelado ao sucesso arrebatador da “The Eras Tour”, considerada a série de shows mais lucrativa da história da música ao arrecadar cerca de US$ 2,2 bilhões mundialmente. Diferente de outros grandes empresários do meio artístico, a riqueza de Taylor Swift provém majoritariamente de seu trabalho estrito com a música, impulsionada pela venda de ingressos, produtos licenciados oficiais, exibições em cinemas e contratos de transmissão em plataformas digitais.
Outro pilar financeiro decisivo para a consolidação desse império econômico foi o movimento estratégico da artista para retomar o controle de seus direitos autorais. Após uma longa e pública batalha de mercado, Taylor investiu aproximadamente US$ 360 milhões para recuperar os direitos sobre suas gravações originais. A estratégia de relançar seus antigos álbuns em novas versões de estúdio (as chamadas Taylor’s Version) gerou um retorno financeiro contínuo e astronômico com streaming, vendas em formatos físicos e licenciamento de catálogo.
O bom desempenho comercial de seus projetos mais recentes também manteve as finanças em ritmo acelerado. No ranking geral de fortunas ligadas à música, o patrimônio de Taylor Swift agora fica posicionado atrás apenas do rapper e empresário Jay-Z, que lidera o setor com uma fortuna estimada em US$ 2,8 bilhões. A inclusão proeminente da cantora na lista de lideranças econômicas destaca a crescente influência e o peso financeiro que o mercado do pop e da cultura de fãs desempenha na economia contemporânea global.