Medida cautelar atinge a marca Serrano; agência identificou falta de informações sobre a origem e fabricação do produto
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da comercialização, distribuição e uso do azeite de oliva extra virgem da marca Serrano. A decisão, que já está em vigor, foca especificamente nos produtos importados que não apresentam as informações exigidas por lei sobre sua procedência.
De acordo com o órgão regulador, a medida foi tomada porque não foi possível identificar o fabricante real do produto, nem garantir as condições de higiene e segurança em que ele foi produzido. O azeite Serrano vinha sendo comercializado sem os registros necessários, o que impede a fiscalização sobre a qualidade do que chega à mesa do consumidor.
Além da proibição de venda, a Anvisa determinou que o estoque atual disponível no mercado seja recolhido. A orientação para os consumidores que já adquiriram o produto é que suspendam o uso imediatamente. Consumir alimentos sem origem comprovada pode trazer riscos à saúde, já que não há garantias de que o conteúdo do frasco é, de fato, azeite de oliva puro ou se está livre de contaminantes.