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Emma Heming Willis defende decisão difícil: por que Bruce Willis vive em casa separada da família

Imagem: Reprodução/Instagram
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Esposa do astro de Duro de Matar explica que mudança foi pensada para garantir cuidados adequados ao ator com demência frontotemporal, preservando o bem-estar das filhas e gerando críticas que ela combateu publicamente.

Emma Heming Willis, esposa de Bruce Willis, conversou abertamente sobre a decisão de instalar o ator em uma residência à parte, onde recebe cuidados 24 horas por dia. A revelação aconteceu no especial da ABC “Emma & Bruce Willis: The Unexpected Journey”, apresentado por Diane Sawyer.

Bruce, hoje com 70 anos, foi diagnosticado com afasia em março de 2022 e em seguida com demência frontotemporal (DFT) no início de 2023 — uma condição que afeta a linguagem, o comportamento e as funções cognitivas. Desde então, Emma optou por transferi-lo para uma casa térrea próxima à residência da família, pensada para ser segura, silenciosa e equipada com uma equipe especializada que o assiste o tempo todo.

Para Emma, essa foi “uma das decisões mais difíceis” que já tomou como cuidadora. Mas ela foi feita com o foco principal nas filhas do casal, Mabel (13 anos) e Evelyn (11 anos), assegurando que elas cresçam em um ambiente adaptado às necessidades delas, sem serem impactadas pela condição do pai.

Apesar da separação física, a família mantém vínculo muito próximo: Emma e as meninas visitam Bruce diariamente para café da manhã e jantar, e muitos amigos continuam frequentando a casa — que ela descreve como “repleta de amor, carinho, cuidado e risadas”. Bruce permanece fisicamente saudável e ativo, mesmo com o comprometimento da fala e da comunicação, situação que exigiu novas formas de conexão com a família.

Após o programa ir ao ar, Emma enfrentou críticas pesadas nas redes sociais. Em resposta, publicou um vídeo no Instagram destacando que apenas quem tem experiência real como cuidador conhece os desafios envolvidos. “Opiniões são barulhentas, mas quem não viveu essa jornada não tem voto nessa decisão”, afirmou, criticando o julgamento por parte de pessoas sem vivência no tema.

Segundo Emma, compartilhar a própria experiência foi uma forma de ampliar a conscientização sobre a DFT e gerar apoio para outros cuidadores. Ela acredita que sua abertura pode ajudar quem está enfrentando situações parecidas a se sentir menos sozinho.

Além disso, Emma lançou um livro que sai em 9 de setembro, The Unexpected Journey: Finding Strength, Hope and Yourself on the Caregiving Path, onde relata os desafios emocionais e práticos de cuidar de alguém com uma doença degenerativa e como encontrou força na comunidade e na honestidade.