Polêmica envolvendo a ex-namorada do piloto brasileiro ressurge com revelações sobre dossiês e conflitos familiares
Adriane Galisteu, apresentadora e ex-namorada de Ayrton Senna, volta ao centro de uma antiga polêmica envolvendo a família do tricampeão mundial de Fórmula 1. Após décadas da morte trágica do piloto, declarações recentes reacenderam os rumores de que a família de Senna teria desenvolvido um forte descontentamento com Galisteu, tomando atitudes que chegaram a incluir o monitoramento de conversas telefônicas.
Segundo depoimentos de amigos próximos e reportagens publicadas ao longo dos anos, a relação entre Adriane e a família do piloto, especialmente com a irmã dele, Viviane Senna, foi marcada por estresse. Alegações de que a família não aprovou o namoro ganharam mais força quando um suposto dossiê contra Adriane veio à tona, com informações coletadas pela própria família para justificar sua oposição à relação.
Os conflitos entre Adriane e os Senna se intensificaram no período após a morte do piloto. Durante o velório de Ayrton, Galisteu foi amplamente ignorado por membros da família e chegou a ser retirado da cerimônia oficial. Em entrevistas, a apresentadora sempre deixou claro que, apesar dos desentendimentos, ela mantinha uma relação sincera e respeitosa com Ayrton.
O “grama” de conversas telefônicas é uma das partes mais polêmicas da história. Amigos vindos de Ayrton, incluindo o empresário Betise Assumpção e o piloto Djalma Fogaça, já confirmaram, em entrevistas, que o comportamento da família em relação a Adriane foi, de fato, extremamente controlador e protetor.
Apesar das polêmicas, Adriane Galisteu melhorou sua vida e construiu uma carreira de sucesso como apresentadora de TV. Ainda assim, o nome de Ayrton Senna permanece atrelado a essa história, gerando debates entre fãs e admiradores do piloto.
Com essas novas revelações, a polêmica ganha nova dimensão, reforçando o quanto a vida pessoal de Senna é ainda motivo de curiosidade e discussão, quase 30 anos após sua morte.