Na 11ª edição do “Chefs Contra o Câncer”, BH ganha circuito gastronômico com 26 estabelecimentos que destinam parte da renda à CAPE, promovendo acesso à causa durante todo o mês de setembro.
Belo Horizonte cruza sabores e solidariedade durante todo o mês de setembro com uma edição especial do evento Chefs Contra o Câncer, que chega à sua 11ª edição. Organizado pela Casa de Acolhida Padre Eustáquio (CAPE), que oferece acolhimento gratuito a crianças e adolescentes em tratamento oncológico, o projeto ganha neste ano um formato mais acessível: o Circuito Gastronômico Solidário.
Entre os dias 1º e 30 de setembro, 26 restaurantes, bares e cafeterias da capital mineira participam oferecendo pratos especiais — sejam criações inéditas ou itens já presentes nos cardápios — e destinam 40% do valor de cada um à CAPE, reforçando a importância da causa durante o Setembro Dourado, mês de conscientização sobre o câncer infantojuvenil.
Alguns lugares confirmados envolvem nomes bem conhecidos da cena gastronômica de BH: Belves Bistrô, Dona Lucinha Matriz (com seu famoso prato de pequi), La Vera, Lagar Tragaluz, Minas Demais, Nino Cucina, Omilía, Rex Bibendi, Taste-Vin, Terraço Niê, 68 La Pizzeria; além dos gastrobares como AVRA, Cabernet Butiquim, Quinteiro Bar, Tatu Bola, Loop Gastrobar e Tip Top Bar, e das cafeterias e confeitarias como Amoras Café, Boca do Forno, Dona Torta, Fofíssimo Café, PetCafé, Uluru Café e Zuzunely.
A iniciativa busca derrubar barreiras de acesso: enquanto o tradicional jantar de gala atrai público selecionado e exige ingressos de R$ 1.000, o circuito convida todos os públicos a colaborar de forma espontânea, num gesto de empatia e apoio à causa.
O evento encerra com um jantar beneficente especial, realizado em 30 de setembro, no Complexo CentoeQuatro, com menu elaborado por chefs renomados como Onildo Rocha, Rachel Codreanschi, Marco Renzetti, Morena Leite e Lucas Corazza; o cardápio será harmonizado com vinhos de Rodrigo Fonseca. Esta noite também contará com a participação de alunos do Instituto de Hospitalidade e Artes Culinárias (INHAC), que terão a oportunidade de atuar na cozinha ao lado desses profissionais, numa experiência valiosa de aprendizado e troca.
A CAPE, mantida exclusivamente por doações, já acolheu mais de 1.200 jovens pacientes e famílias desde 2013. A casa tem estrutura para atender até 120 pessoas por vez, oferecendo moradia, alimentação, apoio emocional e acompanhamento durante o tratamento — tudo fruto da solidariedade de iniciativas como este circuito e o jantar beneficente.