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Neguinho da Beija-Flor: Meio Século de Samba e Transformações

Imagem: Luiza Souto/UOL
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A trajetória do icônico interpreta que se despede dos desfiles após 50 anos de carreira

Luiz Antônio Feliciano Marcondes, mundialmente conhecido como Neguinho da Beija-Flor, encerrou sua brilhante trajetória no Carnaval carioca em 2025, aos 75 anos, após cinco décadas dedicadas ao samba. Sua história é marcada por talento, resiliência e uma evolução notável tanto na carreira quanto na aparência.

Início de Carreira e Ascensão

Nascido em Nova Iguaçu, Neguinho iniciou sua jornada musical no bloco Leão de Iguaçu em 1970. Antes de se consagrar na Beija-Flor, passou por recusas em escolas tradicionais como Salgueiro, Império Serrano, Portela e Mangueira. Sua entrada na Beija-Flor, em 1976, marcou o início de uma parceria que rendeu 15 títulos no Carnaval carioca.

Transformações ao Longo dos Anos

Ao longo de 45 anos, Neguinho passou por notáveis ​​transformações visuais. Desde o lançamento de seu primeiro disco em 1980 até sua aposentadoria em 2025, sua aparência evoluiu, refletindo mudanças de estilo e a maturidade adquirida com o tempo. Uma compilação de 23 fotos ilustra essa metamorfose, destacando momentos marcantes de sua carreira.

Legado e Aposentadoria

Em 2007, oficializou seu nome artístico, passando a se chamar Luiz Antônio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes. Sua luta contra um câncer no intestino em 2009 e o casamento no Sambódromo da Marquês de Sapucaí no mesmo ano são episódios que evidenciam sua conexão profunda com o samba e a cultura brasileira.

Sua aposentadoria coincidiu com a vitória da Beija-Flor no Carnaval de 2025, homenageando a carnavalesca Laíla. Neguinho celebrou: “Encerrei com chave de ouro. Deus foi muito bom. Eu não imaginava. Laíla mereceu”.

Foto: Divulgação, Top Tape / AGNews / Purepeople