Após dias de silêncio e uma agenda pública zerada durante o feriado do Dia do Trabalho nos EUA, o ex-presidente apareceu publicamente e desmentiu rumores de que teria morrido, afirmando estar em excelente forma física e mental.
No domingo, 31 de agosto de 2025, o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou a se manifestar e disparou na rede social Truth Social: “Nunca me senti melhor na minha vida”, em respostas às falsas especulações sobre sua morte.
Durante o fim de semana prolongado do Dia do Trabalho nos EUA (Labor Day), Trump ficou vários dias longe de aparições públicas. A Casa Branca não divulgou eventos oficiais, o que alimentou hashtags como #TrumpIsDead e #WhereIsTrump, que logo dispararam em volume de busca tanto nos EUA quanto no Brasil, com explosão de 1000% nas consultas Google ao nome “Donald Trump morreu?”.
Além disso, fotos recentes mostraram inchaços nos tornozelos e um hematoma na mão — sintomas explicados pela equipe médica oficial como insuficiência venosa crônica, uso de aspirina e irritação por apertos de mãos frequentes, sem qualquer risco grave à saúde.
No sábado, 30 de agosto, Trump foi visto deixando a Casa Branca com sua neta Kai e dirigindo-se para jogar golfe em seu clube na Virgínia. O encontro com a imprensa ocorreu normalmente, encerrando os boatos.
Porém, rumores se intensificaram quando o vice-presidente J. D. Vance comentou em entrevista que estava pronto para assumir a presidência “se uma tragédia acontecesse”, mesmo afirmando que Trump estava em ótima forma.
Em resposta à torrente de boatos, Trump iniciou uma sequência de mais de 40 postagens na Truth Social com críticas a adversários políticos, relatos sobre queda de criminalidade em Washington, D.C., elogios à economia americana e até menções a figuras como Hulk Hogan, tentando reafirmar sua agenda e demonstrar energia física e mental.
Especialistas destacam que esse tipo de boato — chamado de death hoax — não é raro em torno de figuras públicas e se espalha rapidamente via redes sociais. Exemplos clássicos incluem boatos sobre celebridades como Paul McCartney ou Bill Murray, frequentemente desencadeados por ausência temporária ou uso de fotos manipuladas.
Ao destacar que “DC é uma zona livre de crime”, Trump trouxe à tona uma das suas narrativas políticas preferidas e buscou reforçar a ideia de controle e liderança ativa.
Em resumo: Trump negou veementemente os boatos, apresentou-se publicamente em boas condições junto à família e usou suas plataformas digitais para reafirmar sua vitalidade e continuar no centro do debate político.