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Amigos criam vila colaborativa no interior de São Paulo para envelhecerem com qualidade de vida

Foto: Divulgação / Associação de Docentes da Universidade Estadual de Campinas / Bons Fluidos
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Iniciativa única que promove acessibilidade, sustentabilidade e laços afetivos na terceira idade.

Um grupo de sete amigos brasileiros decidiu transformar um sonho em realidade ao criar uma vila colaborativa no interior de São Paulo para viverem juntos durante a velhice. Inspirados pela busca por um envelhecimento digno, independente e integrado, os amigos investiram em um projeto inovador que combina sustentabilidade, acessibilidade e convivência harmônica.

A vila, situada num terreno amplo e arborizado, é composta por casas individuais adaptadas às necessidades da terceira idade. As residências foram projetadas com rampas de acesso, pisos reforçados e outros itens que garantem conforto e segurança. Além das moradias, o espaço conta com áreas comuns, como uma cozinha comunitária, sala de convivência e jardins compartilhados.

Um Modelo de Envelhecimento Ativo e Saudável

O grupo, que compartilha uma longa amizade, explica que uma ideia surgiu a partir de reflexões sobre o futuro. “Queríamos um lugar onde pudéssemos envelhecer com dignidade, rodeados por amigos, e evitar o isolamento que muitas pessoas enfrentam nessa fase da vida”, contou um dos idealizadores.

Além de oferecer moradia, a vila promove atividades coletivas, como aulas de yoga, jardinagem e oficinas culinárias. A iniciativa também busca conscientizar sobre a importância de um envelhecimento ativo e saudável, incentivando a inspiração para outras pessoas e comunidades.

Sustentabilidade e Cooperação

Outro diferencial do projeto é seu foco na sustentabilidade. As casas foram construídas com materiais ecológicos e sistemas de reaproveitamento de água e energia solar. A proposta reflete o compromisso do grupo com o meio ambiente e a redução de impactos ambientais.

Para viabilizar o projeto, os amigos contaram com economia pessoal e apoio de arquitetos especializados. Eles acreditam que a vila pode servir como exemplo de moradia colaborativa e inclusiva, um modelo que pode ser replicado em outras regiões do país.