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Ano bissexto: entenda por que 2024 teve 366 dias

Foto: Reprodução
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Em 2024, o calendário contorno com 366 dias, um a mais que o habitual, devido às especificidades do ano bissexto. Essa adição ocorre a cada quatro anos para alinhar o calendário civil com o ano solar, que é o tempo que a Terra leva para completar uma órbita ao redor do Sol.

Embora seja comum considerar que um ano tem 365 dias, o período exato da órbita terrestre é de aproximadamente 365 dias, 5 horas, 48 ​​minutos e 46 segundos. Essa diferença de quase seis horas, acumulada ao longo de quatro anos, totaliza cerca de 24 horas, justificando a inserção de um dia extra no calendário para manter a precisão temporal.

A prática de adicionar um dia ao calendário remanescente ao século XVI, quando o Papa Gregório XIII instituiu o calendário gregoriano em 1582. O objetivo era corrigir discrepâncias acumuladas no calendário juliano, que resultaram em um descompasso entre os dados civis e os eventos sazonais. A reforma localizada que anos divisíveis por 4 seriam bissextos, com exceção dos anos múltiplos de 100 que não são divisíveis por 400. Por exemplo, o ano 2000 foi bissexto, mas 2100 não será.

A inclusão do dia 29 de fevereiro nos anos bissextos é fundamental para garantir que as estações do ano ocorram nas mesmas épocas ao longo dos anos. Sem essa correção periódica, teria um deslocamento gradual das estações, afetando atividades humanas que dependessem do calendário, como a agricultura e os eventos culturais.

Portanto, o ano bissexto é uma solução astronômica e calendárica que garante a sincronização entre o tempo civil e o ciclo natural da Terra em torno do Sol, garantindo a precisão e a regularidade de nossas atividades cotidianas.